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Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  ...

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Frase e citação de hoje:

Quem somos

Casa da Mãe Pobre - Jacarepaguá, RJ, Brasil


Acreditamos desnecessário apresentar Henrique Magalhães por ser um nome muito conhecido no meio espírita, graças a sua atuação no campo da assistência social, junto a crianças e idosos desvalidos, e à criação da “Maternidade Casa da Mãe Pobre”.Aventurando-se também pela estrada literária, Henrique Magalhães já escrevera dois livros e agora nos apresenta, aos 97 anos de existência na presente encarnação, “Em Prol da Mediunidade – Pequena História do Espiritismo“, em que reverencia o trabalho de vários médiuns que tiveram suas vidas amarguradas pela incompreensão humana em face das suas atividades mediúnicas.


Dentre uma coletânea de dados biográficos, ele relata fatos interessantíssimos, muitos deles pouco conhecidos do grande público leitor, que nos fazem meditar no quanto se cometeu de erros e de injustiças, no decorrer da história da humanidade, em nome de um suposta justiça.

Consola-nos saber que hoje – pela capacidade da ação comprobatória da Ciência – as perspectivas em torno da constatação do fato mediúnico aumentaram, mas, infelizmente, ainda se encontram, entre muitos de nós, sentimentos mesquinhos e abusivos, em relação ao exercício da medi unidade, que vão desde a simples incredulidade, ou o descrédito, às campanhas difamatórias contra os medianeiros da Espiritualidade, fazendo com que volte à nossa memória o ontem tortuoso e sofrido dos médiuns precursores do Espiritismo.

Ao finalizarmos a leitura deste trabalho, sentimo-nos profundamente beneficiados não só pelo conhecimento de vidas dignificadas pela honestidade, dedicação e sofrimentos – morais e físicos – no cumprimento de missões mediúnicas, como pela oportunidade de melhor podermos discernir quando chamados a opinar ou a participar de assunto tão relevante.




Albertina Escudeiro Sêco





Instituição Maria de Nazareth “Casa da Mãe Pobre é uma Obra do Bem a serviço da caridade e do amor ao próximo. Vivemos da Caridade e para a Caridade “




 Nota retirado do Livro em Prol da Mediunidade, pequena história do Espiritismo
No dia 20 de novembro de 1940, reuniu valoroso grupo de irmãs e irmãos idealistas e fundaram a Maternidade Casa da Mãe Pobre, na Rua Frei Pinto, 16, atualmente, 10 a 26. Três anos após, surgia a primeiraCreche, em prédio próprio, no número 75 da mesma rua,e, logo a seguir, o Ambulatório Médico, para gestantes e crianças, com o fornecimento gratuito de remédios homeopáticos.
No ano de 1958 foram  fundados, na cidade de Teresópolis, o Lar Izabel a Redentora, Rua Oliveira, 321, para velhinhos, e o Grupo Escolar Izabel a Redentora, que congrega 550 alunos do jardim à 4: série, e, na cidade do Rio de Janeiro, a Instituição Maria de Nazaré.
Presentemente, também  no Rio, em Jacarepaguá, foi criado o Lar das Duas Marias para a internação de 40 velhinhos.
Henrique Magalhães, que relatou toda a sua vivência junto à Doutrina Espírita e à assistência social em dois trabalhos anteriores: Casa da Mãe Pobre – 50 anos de Amor, em que conta a história da criação dessa instituição, e Como Criar e Manter Obras Assistenciais, informando aos leitores toda a sua experiência no assunto, agora nos presenteia com Em Prol da Mediunidade, uma homenagem aos medianeiros da Espiritualidade, alguns deles verdadeiros mártires no cumprimento de sua missão.
O autor, apoiado em textos bíblicos, inicia o seu estudo falando dos primórdios da Mediunidade, demonstrando que ela faz parte do patrimônio da Humanidade e que sempre existiu entre os homens, desde que eles iniciaram sua jornada terrestre.
A seguir, apresenta uma coletânea de dados biográficos de inúmeros médiuns em que ressalta os sofrimentos morais e físicos por que passaram na realização de suas tarefas mediúnicas.  
Entre os biografados, encontramos verdadeiros precursores da História do Espiritismo, como o Dr. J. Larkin, que realizou importantes experiências magnéticas, entre 1837 e 1848, mas que não tiveram a devida divulgação, dai, talvez, assinalar-se o desabrochar do Espiritismo somente após os fenômenos de Hydesville, com as irmãs Fox.

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