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Centenário do Vô Loló na Casa da Mãe Pobre

Divulgação CMP Por (Eni) A sexta-feira (25/5) foi um dia especial para vovô Loló.  Ele comemorou o seu centésimo aniversário junto a...

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Frase e citação de hoje:

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Centenário do Vô Loló na Casa da Mãe Pobre

Divulgação CMP


Por (Eni)

A sexta-feira (25/5) foi um dia especial para vovô Loló.  Ele comemorou o seu centésimo aniversário junto aos seus amigos albergados na Instituição Maria de Nazareth. A festinha organizada por funcionários da Instituição, explicitou a popularidade do Vô Loló que foi muito tietado por suas admiradoras que o cercaram de carinho e o presentearam com um delicioso bolo de aniversário comemorando os 100 anos do ilustre idoso, boa parte na Instituição Maria de Nazareth,  que faz história. Um fato nada comum, tendo em vista que a média de vida dos brasileiros é de 74,6 anos. 

Além de acompanhar momentos importantes do país, o aniversariante também faz parte da história da Instituição Maria de Nazareth. Ele acompanhou a evolução da Instituição, fundada por nosso saudoso mentor  Henrique Magalhães, que  às 6 horas do dia 2 de julho de 2004, retornou ao mundo espiritual, estando para completar 104 anos de uma existência toda dedicada à caridade.

A Instituição Maria de Nazareth - "Casa da Mãe Pobre" administra hoje diversos abrigos de idosos no Rio de Janeiro e em Teresópolis, creches, grupos espíritas e escola de ensino fundamental, além de um complexo formado por ambulatórios, responsáveis pelo acompanhamento de gestantes (pré-natal), e pelo tratamento pós-parto, tanto da mãe como do recém-nascido. Seguramente a Instituição protegeu e cuidou de centenas de milhares de nascimentos, todos tratados de forma gratuita, "em nome de Deus e de seu Filho Jesus".

Esta importante missão deixada  por Henrique Magalhães, é seguido a risca com muito amor,  responsabilidade e dedicação por seus administradores, seguidores e colaboradores  cuja principal crença gira em torno da constante evolução espiritual do ser humano, através das reencarnações. 


Parabéns ao centenário Vô Loló!




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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Comemoração do Dia das Mães na Creche Marieta Navarro Gayo

O Dia das Mães é comemorado em todo mundo desde 1914.

Divulgação CMP



Por (Eni)

O dia das Mães é uma celebração Universal. Mas, nenhuma língua é capaz de expressar a beleza e a força de uma mãe.
“Dia das Mães no mundo
Divulgação CMP
O que seríamos de nós sem as nossas queridas mães? Mulheres guerreiras que passam por cima de tudo e de todos para proteger suas “crias”, merecem todo o nosso respeito e admiração, e merecem ser no mínimo homenageadas.
Aos poucos, o Dia das Mãesganhou o mundo – muitos países aderiram à data também no mês de maio, como é o caso do Brasil. Nem sempre, porém, ela é celebrada no mesmo dia. Na França, por exemplo, a comemoração é no último domingo do mês. Já outros países celebram as mães em outros meses, como março (como acontece em vários países árabes) ou agosto (como a Tailândia).” 
“No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Em outros lugares, houve também outros focos de comemoração de mesmo teor, geralmente associados a instituições religiosas. Mas foi somente em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o Dia das Mães passou a ser celebrado segundo o molde dos Estados Unidos, isto é, em todo segundo domingo do mês de maio.”
Na Creche Marieta Navarro Gayo,  durante a homenagem (13/5) às mães dos pequenos alunos, professores, colaboradores, confraternizaram e  ressaltaram que a data deve ser comemorada todos os dias do ano. Todos se divertiram a valer e finalizaram com um pequeno lanche demonstrando o quanto são importantes o entrosamento no ambiente escolar. 

Feliz Dia das Mães!





domingo, 13 de maio de 2018

Divulgação CMP

Por (Eni)

No penúltimo sábado (5/5), partícipes da Casa da Mãe Pobre realizaram um almoço beneficente em prol dos serviços prestados pela entidade.
O Apetitoso almoço servido cujo cardápio Churrasco misto, foi preparado além de condimentos tradicionais, pitadas de amor e carinho, servido com muita dedicação ao som de Música ao vivo com Ro Power.
Maria da Graça Moreira em um momento
 de fé e devoção.  (Divulgação CMP)
Esta deliciosa iguaria, foi antecedia pela instrutiva palestra ministrada por Simone Leal cuja apresentação“Cuidando da Casa Mental”.
Registramos também, devoção religiosa com muita inclinação e amor por parte de nossa fiel colaboradora Maria da Graça Moreira em nosso pequeno Oratório.
Enfaticamente, expressa Júlio Moreira, Diretor Financeiro da instituição,  “o almoço aconteceu como de costume; harmonia e muita solidariedade. Contou com a colaboração de voluntários, diretores e funcionários a quem sinceramente enaltecemos pois é o única maneira de prestarmos a nossa sincera gratidão. Eles foram de suma importância na realização deste evento
“Louvamos a presença dos nossos fraternos amigos, que apesar da insegurança que ronda o nosso amado Rio de Janeiro se fizeram presente,  rogando a Santa Sara Kali e ao Deus de Amor e Bondade que protejam a todos sem esquecer aos nossos vovôs e vovós hoje e sempre. Bendita seja a caridade,” finaliza Júlio Moreira.
A caridade é a alma do Espiritismo: ela resume todos os deveres do Homem para consigo mesmo e para com os seus semelhantes.





terça-feira, 8 de maio de 2018

Quando Deus criou as mães

Divulgação CMP
Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.
Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
*   *   *
Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita v. 1,  ed. Fep.
Em 19.10.2011.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Curso de Culinária na CMP é sonho realizado por diretor da Instituição

Divulgação CMP



Por (Eni)

Divulgação CMP
Hoje (21/4) na Casa da MÃE Pobre, um sonho na cozinha transformou-se em realidade.

Mas nada disso será possível sem que lutemos por isso, sem que haja persistência, sem que sejamos fiéis aos nossos sonhos e deles nunca desistamos!
“Depois de vencermos as dificuldades de praxe, finalmente, está lançado o Curso de Culinária para as nossas assistidas. Tomara que ao final desse curso elas consigam obter alguma renda para suas famílias produzindo quitutes deliciosos e vendendo em suas comunidades. Ao darmos o peixe temos o dever moral de ensinar a pescar e mostrar que existe sim um futuro melhor,” destaca Júlio Moreira Diretor da instituição.
“Agradeço pela luta diária, pela motivação não monetária para exercer com profissionalismo da melhor forma a professora Sandra Borges que leva sua responsabilidade com amor, dedicação e experiência ao preparar deliciosas receitas na Casa da Mãe Pobre”, finaliza Júlio Moreira.

Bendita seja a caridade.







“Todo dia é dia de índio” na Creche Marieta Navarro Gayo

Divulgação CMP

Por (Eni)

Consta oficialmente na História do Brasil, que o descobridor do Brasil foi o  fidalgo, comandante militar, navegador e explorador português Pedro Álvares Cabral,  que é usado apenas como referência didática. Basta conferir as gravuras e pinturas da época e ver que os portugueses ao chegarem no país já era habitado por cerca de cinco milhões de índios, aproximadamente.
“De forma divertida a data importante foi lembrada pelas crianças da Creche Marieta Navarro Gayo. É  muito importante lembrar que os índios ocupavam pacificamente todo o território brasileiro antes da chegada dos europeus. Aos poucos foram sendo esquecidos e hoje ainda resistem para que sejam respeitados por todos nós. A preservação da natureza, hoje tão comentada, obrigatoriamente passa pela cultura indígena, pois o convívio harmônico com a natureza é um legado que esses povos nos passaram. Aos nossos irmãos indígenas o nosso mais absoluto respeito e que nos perdoem pelas injustiças que o homem branco fez (e ainda faz). “ enfatiza a propósito o Diretor Financeiro Júlio Moreira.
Esta importante data (19/4) serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual.
“Com atividades desta natureza ensinamos que o civismo faz parte das atividades formativas e instrutivas de nossa escola, conclui Júlio Moreira.



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